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A VIDA SANTA DA DOLCE & GABBANA

A Dolce & Gabbana sempre teve um pé lá e cá com temas religiosas e uma profunda inspiração italiana. Como bom descendente de italiano que sou (meus avós são da região da Brescia), não me canso de amar o que a marca produz, tanto em roupas quanto em fragrâncias (sou fã da extinta linha Anthology, amava os números 1 e 18).

Para essa verão escaldante, os traços religiosos apareceram misturados as típicas touradas espanholas, vistas nas jaquetas que lembram muuuuito bem isso. O terço sai das mãos que olham cada conta e passam a figurar no pescoço, como se fosse um colar — esse truque já é bastante utilizado por aqui, daí Stefano e Domenico confirmam que vai continuar em alta sim #vaiterterçosim.

Segundo são os prints em aquarela reproduzindo touros, mármores totalmente trabalhados e santos (claro, tinha que ter). As calças continuam em modo alfaiataria cropped, perfeitas para serem usados com as sandálias pretas de couro. Por falar em sandálias, elas apareceram em quase todos os desfiles de Londres, Milão e Paris. Já, já subo um post com as mais legais, porque eu to amando esse mood “dedos livres”.

Dolce & Gabbana SS 15_ARTE_1Terceiro: Poás! Eu não imaginava mesmo que eles iriam trazem numa coleção tão rica de expressividade europeia essa versão quase pijama do bolinha. Adorei bastante o conjunto vermelho, um pouco caricato mas tá valendo. As mangas dessas maxi-camisetas (tanto de bolinha quanto de estampa) são longas, nada de apertar nos braços. Por isso gosto muito desse visual amplo na parte de cima, combina muito bem porque deixa o corpo respirar, além de ser bem confortável se combinado a uma parte debaixo mais sequinnha (calça slim é uma opção).Dolce & Gabbana SS 15_ARTE_2 Eu já quero o meu poá, e você?!

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Playlist da semana!

PLAYLIST_SEMANADepois de semi-abandonar o Come on John por 1 semana (Congresso regional de comunicação sugando todo meu tempo), voltamos com a programação normal.

Durante esse período de maio/junho, estive tendo um contato muito maior com a música, sendo a minha válvula de escape para momentos de tensão ou quando aquela coisa tão planejada não aconteceu.

Sempre me disseram: quem canta (e ouve) seus males espanta. Então booora pra playlist dessa semana, que não segue roteiro algum e está completamente aleatória. Escutei de tudo um pouco, então não tem erro e vale pra qualquer gosto musical.

;))

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Não consigo parar de ouvir!

Quando eu sentei e chorei no meio fio (aprendi com você, Thálassa) imaginando que não haveria mais uma Gwen Stefani inspired nesse universo, daí que o mundo vem e… PÁ! Mostra que sim, existe, e tá mais para mistura de uma versão feminina do Eminem complementado pelo estilo desbocado da nossa eterna musa do formol,Gwen.

GWEN STEFANI

Iggy Azalea é conhecida dos hipsters faz um bocado de tempo, quando lá em 2011 disponibilizou digrátis a mixtape Ignorant Art atraindo atenção de meio mundo (eu fui um dos, que corri para aproveitar enquanto era de graça) .

A moça nascida em Sydney é a nova promessa do hip hop, daquele tipo que eu gosto. É bonita, produz videoclipes que não beiram a breguice-tosca-sem-sentido, tem estilo próprio que atrai pela sensualidade, além da singularidade em cantar sobre sua ascendente carreira no mundo da música.

1362657553_Iggy-Azalea

Duas semanas atrás ela lançou sua música de debut pro mundo, a canção Work. Adorei o single logo pela letra chiclete (I’ve been up all night, tryna getting rich // I’ve been work work work work working on my shit…), depois pelo vídeo super produzido com direito a um figurino que inclui vários Louboutins, Jeremy Scott, conjuntos perfeitos do verão 2013 da Dolce & Gabbana e o blazer “printado” Roberto Cavalli. É uma mistura sexy/gangsta/cool que acabou dando certo.

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Dá o play e curte ae! 😉

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Música made in France: novo vício

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Nesse meio mundo de semanas tem algumas coisas que tao me ajudando a desbravar melhor esses dias, uma delas é a música.

Sei que tenho um gosto bastante eclético (passando do funk à mpb, do pop fabricado ao rock), um tanto peculiar. Mas se tem uma coisa que eu adoro é descobrir novas bandas/cantores, principalmente se forem da terra de Sarkozy e dona Carla Bruni (mesmo não sendo respectivamente Presidente e Primeira Dama). Dias desses viciei em uma tal de Pauline Vasseur e depois por outra, Rose. Uma delícia total, valem o clique.

Daí que semana passada recebi um email de uma gravadora europeia, que sempre faz questão de lançar novos artistas e junto deles EP’s e álbuns gratuitos para download. Escolhi dois artistas da lista e resolvi dedicar o dia a escutá-los. O primeiro, The Lone John Harps, foi amor  a primeiro “escutada” hahaha. Com um som que acalma e melodia bem folk, daquelas pra curtir um diazinho comum, o intérprete além de ter o tipico charme francês sujinho, tem como inspiração o som de Bob Dylan e dos Beatles. Já apaixonei!

Minha faixa favorita: Just like Robert Landy


Link para download do EP Big Smoke on British Waterways: http://thelonejohnharps.bandcamp.com/

E o segundo a me conquistar a ponto de eu querer comprar o álbum físico (!!!!), foi The Reyz, banda também francesa com um estilo rock melody (pode escutar que não é nenhum slipknot. Eu juuuro!). O álbum Rocking Class Hero  lançado em 2011 é uma delícia! Animador, suave e viciante. To quase pedindo pra algum conhecido trazer de Paris! Hahaha Não encontrei em lugar algum o link para download ilegal então tive de me contentar com um player online e umas músicas catadas na internet.

Minhas faixas favoritas: Crush, Boys and Women, The Riverboat Song e Your Own Mistake


Link para a fan page:https://www.facebook.com/WeAreTheReyz

Já to escutando mais algumas bandas (lotando a biblioteca do iTunes hahaha), mas isso fica para um próximo post.

Bjs.